Somos todos camelos. Não percebemos nada disto. A prová-lo está a competição renhida nos lugares finais da tabela. Manuel Abegão, um dos cromos repetidos deste casebre de apostas, sabe que ainda é muito cedo para falar. O que importa é como acaba e não como começa. Para se justificar, cita dois filósofos:
«Preparámos
a época para explodirmos no fim e assim será. Tenho uma confianca
cega que vamos ganhar. "Não vamos pôr tudo em causa só por um jogo,
isso seria o maior erro". Por último gostava de citar uma frase de um
filósofo que me tem acompanhado ao longo da minha carreira: "o coracão tem
razões que a razão não entende."»
A estreia de João Mendes, por sua vez, parece enguiçada. Segundo o prório, ainda é cedo para falar e a esperança é a última a morrer:
«Apostei em algumas surpresas que não resultaram, mas não foi apenas na primeira jornada. Caso venham a acontecer, vou escalar lugares. Esperar para ver, tenho fé nos meus bitaites.»
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